ACRÓSTICO E OCITSÓRCA
Já posso agora falar
As coisas de minha terra
Galgando versos de guerra
Ungidos do verbo amar
A força do meu cantar
Ressoa na minha viola
Urrando lá na cachola
A lira feita na hora
Navego o mundo afora
Aprendi sem ter escola.
Ao falar de meu rincão
Não posso deixar de ver
As flores que vi nascer
Ubertosas de ilusão
Rabisquei no coração
A marca de minha gente
Uivando mais fortemente
Gracejo, discurso e verso
A minha terra é o universo,
Janela e a minha tangente!
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